O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, deixará o comando da pasta na próxima semana para concorrer ao gestão de São Paulo, consoante especialistas próximas ao ministro ouvidas pelo blog. A previsão é que Haddad deixe O executivo na quinta-feira (19), a tempo de cumprir o período estabelecido pela Constituição. 🗓️ Pela legislação eleitoral brasileira, ministros que desejam disputar eleições precisam se desincompatibilizar — ou seja, deixar seus cargos oficiais — até seis meses antes da votação: o que neste ano ocorre no início de abril. Apesar de ter demonstrado resistência, Haddad aceitou o pedido de Lula, que informou precisar dele na disputa ao Palácio dos Bandeirantes, contra o atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ana Flor: em jantar, Lula diz a Haddad que precisa dele na disputa em SP O acirramento da disputa presidencial, em especial depois da divulgação da pesquisa Datafolha no derradeiro sábado (7), foram o argumento final para convencer o ministro. LEIA IGUALMENTE Datafolha: Tarcísio lidera todos os cenários para governador no 1º e no 2º turno. Datafolha: Lula tem 46% e Flávio Bolsonaro 43% das intenções de voto no 2º turno, diz pesquisa Haddad argumentava, em conversas internas da administração, que Lula estava em uma cenário bem superior positiva na corrida presidencial do que em 2022, quando disputou com Bolsonaro ocupando a cadeira de presidente. Só que as pesquisas têm mostrado um segundo turno bastante apertado entre Lula e Flavio Bolsonaro. Por isso, a presença dele na disputa em São Paulo, significativo colégio eleitoral, tem sido considerada fundamental para o administração Fernando Haddad, Ministro da Fazenda do Brasil Roberto Casimiro/Estadão Conteúdo Disputa em SP Outro ponto destacado é que, de pacto com pesquisa Datafolha divulgada no domingo (8), Haddad apresenta um desempenho melhor que outras possibilidades ventiladas pelo executivo como o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e a ministra Simone Tebet (MDB). O ministro da Fazenda, no entanto, permanecendo aparece atrás de Tarcísio nas intenções de voto. O atual governador do estado tem 44% das intenções de voto, na pesquisa, ante 31% do ministro da Fazenda.
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